O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA (PA)MATERNAGEM COM A CHEGADA DE UM FILHO NA ATUALIDADE

Laís Laverde Barbosa, Flávia Diniz Roldão

Resumo


O presente trabalho tem como objetivo conhecer os diferentes desafios pelos quais passam as diferentes famílias com a chegada do primeiro filho. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica onde o principal motivo para a escolha deste tema, envolve o interesse em investigar a forma como as diferentes configurações familiares se preparam para a vinda do filho. Isso abrange o modo como todos os membros se reorganizam a fim de recebe-lo e introduzi-lo no sistema. Estudar as novas configurações familiares se torna necessário, uma vez que ainda exista preconceitos, principalmente acerca de casais homoafetivos, a respeito dos cuidados da criança, e os possíveis obstáculos que poderá encontrar em seu desenvolvimento. Primeiramente compreende-se que a família passa com a chegada do primeiro filho por um processo de reorganização em suas relações. Mas também, de um modo geral, as famílias vêm passando por transformações, bem como o jeito de cuidar e criar os filhos tem modificado ao longo da história. O que antes era papel exclusivo da mãe e do pai passa a ser compartilhado de forma igualitária, tendo assim a ocorrência de novas experiências que trazem ao ser humano um conhecimento que antes jamais seria viável. Isso envolve tanto a entrada da mulher no mercado de trabalho, quanto a permissão para os homens mostrarem-se vulneráveis e mais afetuosos perante ao papel de pai de um recém-nascido. Além disso depara-se com as novas formas de chegar à (pa)maternidade, sem que seja pelo plano biológico e marital. Esta envolve homens e mulheres que optam por métodos artificiais para gerar o filho (um deles é a inseminação artificial), e há também a adoção. Sendo assim, pretende-se refletir sobre essa relação no sistema familiar e suas configurações. Acredita-se que independente de como a (pa)maternidade acontecerá, há a possibilidade de se iniciar um preparo para aqueles que a desejam e se sentem inseguros e inseguras.


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