APLICAÇÃO PRÁTICA DA TEORIA DO GATEKEEPER

Giovanna Menezes FARIA, Ketlin Cristine de Mattos dos SANTOS, Thayná Santos PERES

Resumo


O trabalho consiste em uma análise feita a partir da Teoria de Gatekeeper, que surgiu em meados dos anos 50, nos Estados Unidos. A teoria ganhou forma na área do jornalismo pelo pesquisador David Mannig White, que acompanhou a rotina de “Mr. Gate”, um editor não identificado, para entender como se dava os critérios de noticiabilidade e por que as notícias são publicadas como são. Na teoria, acredita-se que o processo da informação se dá a partir de escolhas, no qual as notícias precisam passar pelos “gates” (portões) antes de serem publicadas. No jornalismo, esses “gates” seriam os editores e todos aqueles outros escolhidos para tomar a frente nas escolhas do que vai ser apresentado ao público, responsáveis por filtrar as notícias e escolher o que o que vai ser publicado ou não, tornando-se de espécie arbitrária e subjetiva. A análise do trabalho procura mostrar na prática se essa teoria realmente funciona nos meios de comunicação, a partir de depoimentos de editores gravados através de material de áudio, vídeo e impresso. Nessa análise vai ser possível observar como essa teoria atua de maneira forte ou branda dentro dos meios de comunicação. O objetivo primordial do trabalho é trazer à tona essa teoria, desde seu contexto histórico até os dias atuais, visto que já se passaram 65 anos desde sua “criação”, para saber se ela ainda é a mesma de tantos anos atrás, quais transformações já sofreu e como ela se dá na prática, além de também expor as críticas construídas ao longo do tempo. Pode-se entender até o momento, que a teoria de Gatekeeper é representada pelo editor que é uma espécie de funil que seleciona as notícias, decidindo arbitrariamente o que seria ou não publicado.

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