Assistência farmacêutica e políticas públicas em saúde mental no município de pinhais – paraná

Flávia de Oliveira Boeira, Cláudia Alexandra de Andrade

Resumo


Anteriormente à Reforma Psiquiátrica, pacientes com transtornos mentais eram internados em hospitais psiquiátricos ou manicômios, retirados quase completamente do convívio da sociedade. Com a Reforma Psiquiátrica e a aprovação da Lei 10.216/01 propõem-se novas formas de tratamento a estes pacientes, incluindo os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial). Com o objetivo de contribuir na divulgação de como ocorre o fluxo para atendimento na saúde mental e como o farmacêutico encontra-se inserido neste contexto, o presente trabalho faz uma revisão das políticas públicas voltadas à saúde mental e como ocorre a atenção farmacêutica neste processo. Ainda, como foco deste trabalho, foi demonstrado como estas políticas públicas na saúde mental foram implementadas no município de Pinhais (PR), que possui o CAPS II e o CAPS ad II. Uma parte importante no tratamento desses pacientes é o medicamento e embora o CAPS não possua farmácia própria, os medicamentos são dispensados nas farmácias públicas das Unidades de Saúde da Família do município de Pinhais. Foi evidenciado que a falta do profissional farmacêutico no CAPS não permite que os pacientes recebam uma atenção farmacêutica adequada, sendo esta fundamental para contribuir com a adesão ao tratamento medicamentoso e para minimizar possíveis interações e erros de prescrição.

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Cadernos da Escola de Saúde. ISSN Eletrônico: 1984-7041.