Análise da viabilidade celular por mtt em células tratadas com toxinas urêmicas – revisão

Kariman Assis Bochnie, Paulo Cézar Gregório, Rayana Ariane Pereira Maciel

Resumo


A Doença Renal Crônica (DRC) é definida como presença de lesão renal por um período igual ou superior a 3 meses, com anormalidades estruturais ou funcionais dos rins, com ou sem diminuição da taxa de filtração glomerular (TFG). A DRC é classificada em estágios iniciais (estágio 1), leves (estágios 2 e 3a), moderados (estágio 3b), função renal severamente diminuída (estágio 4) e insuficiência renal (estágio 5). Com a permanência da doença, os rins perdem a capacidade parcial ou total de remoção de metabólitos tóxicos da circulação, tais como como p-cresil sulfato (PCS) e indoxil sulfato (IS), que comumente seriam excretados para formação da urina, o que resulta no acúmulo destes no organismo. Este quadro é denominado uremia ou toxicidade urêmica. Para avaliação in vitro da toxicidade de alguns compostos urêmicos, utilizam-se técnicas laboratoriais, como o ensaio de viabilidade celular por MTT. O objetivo deste estudo é explanar sobre uma das técnicas in vitro de citotoxicidade - ensaio de viabilidade celular por MTT - em células tratadas com toxinas urêmicas.

Texto completo: PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

Cadernos da Escola de Saúde. ISSN Eletrônico: 1984-7041.