Orientações básicas para equipe de saúde sobre a abordagem da criança e do adolescente em caso de suspeita de violência em uma Unidade de Saúde

Cecília Aparecida Coutinho, Christiane Brey

Resumo


A violência é uma forma de impor poder, sendo um fato importante para a área da saúde, pois ocasiona traumas emocionais, físicos e pode levar a morte. A violência contra criança e adolescente no ambiente familiar tem aumentado nos últimos anos, devido a vulnerabilidade e dependência dos seus familiares. A lei federal 8.069 de 13 de julho de 1990, art. 227 diz que “é dever da família, da sociedade e do estado assegurar a criança e ao adolescente a dignidade, respeito e defender contra a violência [...]”. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é obrigação do profissional de saúde notificar aos conselheiros tutelares suspeitas e/ou confirmações de maus-tratos. Este projeto justifica-se devido a necessidade da realização de educação permanente que aborde a importância da identificação, notificação e acompanhamento de casos de violência contra crianças e adolescentes que chegam a unidade de saúde da família com o objetivo de sensibilizar os profissionais de saúde sobre a importância da notificação de violência contra criança e adolescente. Foram escolhidos artigos científicos que vinham ao encontro com o tema em questão e uma busca pelas leis vigentes que garantem a proteção da criança e do adolescente para a elaboração da educação continuada. Durante o estágio curricular supervisionado II do 8º período do curso de enfermagem do centro universitário autônomo do Brasil - Unibrasil, a educação continuada será em uma unidade estratégia saúde da família no dia 23 de setembro de 2016, por meio de uma roda de conversa, na qual os profissionais serão orientados sobre os métodos básicos de abordagem às vítimas de violência com base no Protocolo de Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente em Situação de Risco para Violência. É primordial a observação crítica dos profissionais de enfermagem sobre as vítimas de violência na família, pois a falta de motivação e a negligência dos profissionais de enfermagem prejudicam o combate contra esse fato. Não há outras considerações até o momento pois o projeto ainda está em andamento de acordo com o cronograma de estágio. Os demais resultados serão apresentados posteriormente.

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