ANÁLISE A RELAÇÃO DO EXERCÍCIO FÍSICO COM A MELHORA DA MARCHA EM PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON.

Autores

  • Ederson Tiago Batista de Souza Graduando do Curso de Bacharelado de Educação Física do Centro Universitário Autônomo do Brasil
  • Jéssica Franco Vieira Prendin Graduando do Curso de Bacharelado de Educação Física do Centro Universitário Autônomo do Brasil
  • Rodrigo Cribari Prado Docente do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Palavras-chave:

Doença de Parkinson, Marcha, Parkinson, Idosos, Exercício Físico.

Resumo

Resumo

Exercício físico é o movimento corporal planejado, estruturado e repetitivo, feito para melhorar ou manter um ou mais dos componentes do condicionamento físico já a atividade física é um termo global, definido como todo movimento produzido pela contração da musculatura esquelética. A marcha é um meio natural do corpo para se deslocar de um local para outro. Essa versatilidade funcional, permite aos membros inferiores se acomodar às mudanças de superfície e possíveis obstáculos no caminho da progressão. A primeira citação da Doença de Parkinson (DP) ocorreu em 1817 por meio de uma descrição realizada por James Parkinson, intitulada como “paralisia agitante”. A DP é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra – região do mesencéfalo – e tem como sintomas a rigidez muscular, tremores, bradicinesia e alteração postural. O Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais frequente em todo o mundo, sendo apenas superada pela Doença de Alzheimer. Sua etiologia não é de fácil determinação, pois resulta de complexas interações entre fatores genéticos e ambientais. Seu processo patológico envolve disfunção mitocondrial, stress oxidativo, inflamação e excitotoxicidade. Ao analisarmos a fundo a DP observamos que a função física mais afetada é a marcha em função do maior risco de quedas, sobretudo devido à dificuldade de controle motor. Após diagnosticada a doença, inicia-se o tratamento com medicamentos e exercícios físicos. O presente estudo tem como objetivo analisar a relação do exercício físico com a melhora da marcha em portadores da doença de Parkinson buscando qual a real relação positiva entre Exercício Físico/Doença de Parkinson. Esta pesquisa é caracterizada como descritiva sendo uma revisão bibliográfica de natureza qualitativa. Foram utilizados artigos científicos, referentes ao título, pesquisados nas bases de dados: Scielo, PUBMED, Medline, tendo recorte temporal: 2000 a 2019. Ao final da pesquisa, foi possível constatar que a prática de exercícios físicos aliada ao tratamento medicamentoso, pode levar à amenização dos sintomas e ao retardo na progressão da doença, por meio de ganhos biomecânicos relativos à postura, à coordenação musculoesquelética e à melhora da marcha.

 

Palavras-chave: Doença de Parkinson; Marcha; Parkinson; Idosos; Exercício Físico.

Biografia do Autor

Ederson Tiago Batista de Souza, Graduando do Curso de Bacharelado de Educação Física do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Graduando do Curso de Bacharelado de Educação Física do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Jéssica Franco Vieira Prendin, Graduando do Curso de Bacharelado de Educação Física do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Graduando do Curso de Bacharelado de Educação Física do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Rodrigo Cribari Prado, Docente do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Docente do Centro Universitário Autônomo do Brasil

Downloads

Publicado

2020-01-22

Edição

Seção

Educação Física

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 > >>