Avaliação dos efeitos do método isostretching na capacidade funcional de mulheres com idade entre 45 a 75 anos

  • Marina Cristina Lanferdini
  • Melrydiane Santos Castro
  • Danieli Isabel Romanovitch Ribas
Palavras-chave: Isostretching, capacidade funcional, envelhecimento

Resumo

INTRODUÇÃO: A prática de exercícios físicos em suas mais diferentes modalidades contribui para promover adaptações satisfatórias na capacidade funcional de indivíduos em processo de envelhecimento. OBJETIVO: Avaliar os efeitos do método Isostretching na aptidão funcional de indivíduos. MÉTODOS: Estudo longitudinal realizado com seis indivíduos do gênero feminino, com média de idade de 66,5 ±11,34 anos, avaliados em relação à capacidade funcional, por meio do teste de caminhada de 6 minutos pré e pós aplicação de 12 semanas do método Isostretching. Os dados foram apresentados por meio da estatística descritiva (média e desvio padrão), a normalidade da amostra foi avaliada por meio do teste Shapiro Wilke e os resultados obtidos pré e pós foram comparados por meio do teste t de student pareado considerando-se p<0,05. RESULTADOS: Foram encontradas distâncias percorridas pré e pós aplicação do método Isostretching de 561,89 ± DP e 580,52 ± DP  respectivamente, ocorrendo aumento de 18,63 m, porém este não foi significativo (p>0,05). CONCLUSÃO: Por meio da realização deste estudo foi possível verificar que o método Isostretching não proporcionou aumento significativo da capacidade funcional de mulheres com idade entre 45 e 75 anos, porém, tais resultados não descartam a utilização do método como recurso para incremento da capacidade funcional, uma vez que foi possível observar que os valores pós atividade foram maiores que os iniciais.
Publicado
2017-03-14
Seção
Artigo Original